A dream coming true…

Rehearsal with Nomiya Maki (Pizzicato Five)!!!

We are going to play Pizzicato Five’s Kanashii Utta in a piano arrangement that I composed, and Nomiya-san will sing in one song of my album, “Le jour où Erik Satie a rencontré Stereolab” (!!!)

Thank you, Ryosuke Itoh and Shiho Itoh for organizing such a beautiful event!

See you guys on sunday 6PM at the Brasserie of the l’Institut Français.

Check for more info at: https://www.facebook.com/events/1446006602294341/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Photos: Roberto Maxwell

 

 

Dudu Tsuda Soloworks presents his album “Le son par lui même” @ L’Institut Français Tokyo

 

Friends in Tokyo!!!

I am very happy to invite you all to my first concert of 2014, this january 19th at the L’Institut Français / Tokyo_18:00h.

And it is an honor to announce that one of the greatest singers of Japan, Nomiya Maki (Pizzicato Five), will participate of this concert singing two songs!!!

My beloved friends Edouard Rose, Ryosuke Itoh and Shiho Itoh from Taiyo Records will participate too!!!

Hope to see you there!

All my best!

event FB::
https://www.facebook.com/events/1446006602294341/

Diário de um ciclista ep. 1: Pedalo, logo existo.

Ontem subindo a ladeira da Pio XI, além dos xingamentos tradicionais q recebo de motoristas ‘senhores volantes’ (afinal de contas, bicicleta na subida é sinônimo de trânsito…), fui surpreendido por uma agressão q muito me inquietou. Sujeito num corsa preto placa EGG 6393, passa do meu lado e grita: ‘bicicleta não pode andar na rua não!’

O sangue ferveu e nem a subida me impediu de sair pedalando atrás do autor desta já célebre frase paulistana. Colo no cara, obsevando de antemão sua placa, e eis q escuto: ‘vai morrer chinês’.

Se estivesse num filme de Tarantino esse cara já tinha virado uma peneira de molho de tomate (ou de suco de melancia, já que estamos boicotando o fruto italiano). Mas na vida real, imaginamos a glória sanguinolenta, conto até 200 pulando de 20 em 20, e me aproximo da criatura para entender melhor de onde vem tanta intolerância.

‘Bicicleta tem que andar no meio fio, não tem placa, não pode rodar na rua. Veja quantos acidentes acontecem!’, argumenta o sábio motorista.
Neste momento, a minha herança samurai se une ao meu sangue latino, e profiro uma chuva de argumentos raivosos sobre o algoz. Acuado, ele recua em seu discurso conservador racional, e apela para ‘eu também tenho bicicleta, só quero te ajudar…’. Eventualmente, sua intenção até era verdadeira, mas com intolerância não baixamos a guarda!

Passada a chapa quente, chego em casa e reflito. Talvez eu devesse estudar melhor as leis de trânsito. Indaguei ao oráculo da pós-modernidade sobre o assunto, e eis que encontro respostas deveras interessantes.

Ao nosso amigo do corsa preto:

Lugar de bicicleta é na rua, no sentido dos carros e nas faixas laterais da via (inclusive na esquerda, embora geralmente seja bastante perigoso). E com preferência de uso da via.

Art. 58. Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

Fina Educativa

Outra grande arma do motorista troglodita são as famosas finas educativas. Recebi duas antecedidas por buzinadas dos veículos:

EUA 9963 (era um Picasso preto, acredito, ou algum carro deste mesmo formato perua)

EDP 0408 (Sandeiro Preto)

Para os caros acima:

Tirar fina é infração média (além de perigosíssimo para o ciclista):

Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:
Infração – média;
Penalidade – multa.

Se a fina for em alta velocidade, serão duas multas (a média ali de cima mais essa grave aqui):

Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito:
(…)
XIII – ao ultrapassar ciclista:
Infração – grave;
Penalidade – multa.

Sugestão de quem vos escreve:

Anotem as placas destes infelizes e desalmados, e quando encontrarmos eles nas ruas saberemos com quem estamos lidando. Mereciam castigos cinematográficos, mas permaneçamos nos conformes da lei para não perdermos a razão.
Temos que ser vigilantes da saúde do espaço público, pois nossas vidas de ciclista dependem dela.

Até o próximo diário!

Fonte: site Vá de Bike

http://vadebike.org/2011/04/leitor-afirma-que-bicicletas-nao-podem-usar-as-ruas-para-nao-atrapalhar-os-carros/

http://vadebike.org/2004/08/o-que-o-codigo-de/

Last Concert of the 2012 :: 15.12 // Último Concerto de 2012 :: 15.12

This 15 december I will make my last concert of 2012. It will be in Paris, my city until the 3rd january, when I will be leaving to NYC. Perhaps, I will make a couple of concerts there too!

For those that are in town, please come! I will play some extra songs from my next album! Yes, I am already composing it!

I will be sharing the night with one of my best friends in Paris, Mariette Auvray playing as Water Sark. She is the angel responsible for all my concerts here, and the one who presented most of my friends here. As Spok would say… Live long and prosper Mariiii!!!!

We are preparing something together too! Surprise!

L’Arte Café
2 rue du général renault
75011 Paris
20h. GRATUIT / FREE

Neste sábado dia 15 de dezembro, farei meu último concerto de 2012. Será em Paris, minha cidade base até dia 03 de janeiro, quando parto para New York por 10 dias. Quizas, shows por lá tb! 

Para aqueles que se encontram na cidade, venham! Tocarei algumas canções extras do meu próximo album! Sim, já estou compondo!

Dividirei esta noite com uma das minhas melhores amigas em Paris, Mariette Auvray, que estará com seu projeto Water Sark. Ela é o anjo responsável por todos os meus concertos por aqui, e quem me apresentou grande parte dos meus amigos aqui. Como diria Spok… Live longa and prosper Mariii! 

3 Situações hipotéticas sobre neve

Começa a nevar em Berlim.

1) O crítico de arte carioca dos anos 70 já embregado, olha pra cima, sente os flocos caírem nas lentes amareladas de seu óculos e solta:

– Aê… Neve é do caralho! Puta conceito, bixo!

2) A socialite paulistana e ‘apreciadora’ de galerias de arte estende sua mão, tira a luva, e sente os flocos derreterem em sua palma…

– S E N S A C I O N A L… Rose anota aí… Final do ano, lá na associação serviremos champagne em copos envoltos com flocos de gelo… Coloca um garçom bem bonito servindo, vai ser um ESPETÁCULO!!! Afinal, esse pessoal carente de cultura também tem que aprender a saborear uma boa bebida com classe! Só assim pra suportar o calorrrr daquele país!

3) Peruérrima carioca sai cambaleando da loja de jóias, ao ver seu motorista (sim, motorista em Berlim) abrir a boca para o céu para comer alguns flocos de neve, dá-lhe um empurrão, e solta:

– titio Conrado, quando fazia aquelas viagens MARAVILHOSAS pelos países do norte, vivia fazendo isso. Bebericando neve entre um gole de champagne e uma colherada de caviar… Um lorde, Alfredo. Um LORDE! E não é que depois que voltou de Extocolmo em 87, ficou uns dias meio amoado… cansado, não queria comer lagosta no Catete, pegou abuso de champagne, e olha que só bebemos daquela Veuve Clicquot! Nem pra andar de lancha em Angra servia… Foi fazer um exame carérrimo lá na Urca com uma amigo médico de papai. Militar, respeitado, sabe? 1 semana depois sai o exame… Batata! M O N O N U C L E O S E !!!!!!

Paris / Berlim / Texas

Os últimos dias por aqui tem sido intensos, mal tive tempo de divulgar
novidades por email. Ficou tudo a cargo do Facebook. Até e-mail ficou
lento em tempos de iphone. Na semana do dia 12, fiz uma viagem relâmpago à
Berlim, retratada no meu recente post no Ultrapop. Cheguei muito bem
situado com ótimos amigos e boas referências, o que me proporcionou
dias com programação acertiva e nada turística. A medievalidade correu
solta, com noites em claro (escuro na verdade…) e muitos rolês de
bicicleta.

Fui acolhido por um caloroso grupo de artistas, o coletivo Repetitif,
responsável por me apresentar ao público berlinense. Dois concertos
incríveis em duas galerias independentes, uma em Neukölln outra em
Prenzlauer Berg, super bem frequentados e no coração da cultura
underground de Berlim. Lo-fi, work in progress e despretensioso. Amei.
Amizades coroadas pela minha fada madrinha européia, Mariette Auvray.

De volta à Paris na segunda 19 anoite, já entrei no ritual de preparação
para minha estréia na cidade luz. Terça desta semana, me apresentei
com Mariette Auvray (Water Sark) e High Wolves no Espace B. Super bem
sucedido, pessoas atentas, uma recepção que eu não esperava. Afinal,
‘Le son par lui même’ se comunica muito bem por aqui, quebrando
barreiras de língua que muitas vezes enfrento na minha terra natal,
São Paulo.

Terça passada 27, apresentei na Cité International des Arts
de Paris (auditorium) uma improvisação em dança + música / arte sonora
com a coreógrafa e dançarina de Taiwan Yi-Wen e uma performance da
minha mais recente pesquisa, Le Temps Suspendu.

Os dias ‘suspensos’ da minha vida cotidiana em São Paulo, após 1 mês
de conflitos internos, me fizeram descobrir uma nova forma de conduzir
o tempo. Mais contemplativo, menos ansioso e menos preocupado. Quem me
conhece deve estar dando risada. Mas juro que deu um clique na minha
cabeça nestas últimas semanas. Esta mudança de percepção gerou esta
nova pesquisa, e aqui nada melhor que apresentá-la em Paris.

Hoje, estarei presente no concerto do Criolo aqui em Paris! Darei umas bandas
pela cidade luz ao lado do meu grandessíssimo amigo, de longas datas e gigs,
um dos melhores guitarristas de sua geração, Mr. Guilherme Held (Gi, para os intimos).
Com esta figura, já toquei no extinto Urbano, Saraievo (quando ainda se
chamava Internet Point, em 2001, muito tempo antes da Augusta se chamar Baixo Augusta,
muito antes da invasão dos hipsters e tudo mais que falam por aí…), Pça Benedito Calixto,
nos tempos áureos do Grazie à Dio, sem falar das Raves-Roubada e das pochetices
de couro. Alguns reveillons nas costas e inúmeras festas serão coroadas por esta
noite que prometo não ter fim. Como fazemos em nossa casa, São Paulo.

Salve Criolo!

Salve Gi!

Salve São Paulo!